"Ninguém cruza nosso caminho por acaso e nós não entramos na vida de alguém sem nenhuma razão."
Chico Xavier (in, Diálogos Lusófonos)

quarta-feira, 12 de julho de 2017

O Paraíso das Redes


Duetos luso-brasileiros
Fotografia - Kity Amaral
Texto - Luís Santos


O Paraíso das Redes


Enquanto balanço na rede que me foi oferecida pelo meu amigo índio, são jorge, axé do afoxé, filhos de ghandi, entre a próxima reunião e o pão nosso de cada dia, facebook, coisa de brincar, que nos ajudará a libertar de vez, pergunto qual é a diferença que existe entre a alma e o espírito, aquilo que eu sou, aquilo que tu és, porque descemos aqui, porque haverás de subir? E a palavra do índio diz dos segredos da natureza, do mistério que é teu coração, corpo subtil, amor, amar, porque tudo no planeta é irmão.
A música AQUI 

Mote
"Durante o Brasil colônia (a rede) era muito utilizada para dormir, enterrar os mortos no meio rural e como meio de transporte, onde os escravos carregavam os colonos em passeios pela cidade, e até em viagens. A maca – ou rede de dormir – é um artefato legado dos indígenas da América do Sul."

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